Era uma vez um filho da puta
O filho da puta era um filho da puta
Ele se divertia cagando na comida dos outros
E se divertia cagando na sua cara
Muito
Era uma vez um filho da puta
Ele subiu a maior montanha do mundo
Só para que ele pudesse cagar na sua cara
Bem no meio da sua gorda cara
Muito
Era uma vez um filho da puta
Ele amava cagar pela cidade toda
Cagando na sua correspondencia
Cagando no seu café
E dormindo com sua esposa
Era uma vez um filho da puta
Ele inventou uma maquina só para cagar
Chamada privada
Lá ele podia cagar em vontade
Sem ter que cagar na sua cara
Muito
Pobre filho da puta
Nunca teve culpa que cagava tanto
E que sua mãe era uma puta
Não que tem alguma coisa errado ser uma puta
Mas isso meio que fazia o filho da puta um filho da puta
Mas graças ao filho da puta
A privada foi criada
E todos nós podemos cagar em paz agora
Sem ter que cagar na sua cara
Muito.
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